27/06/2011

Luanda, Capital do Pais acolhe os 33ºs Campeonatos nacionais de Seniores Masculino e Feminino.


Conheça um pouco mais sobre:

A cidade e parte da sua história!
Urbanização e divisão administrativa!
Desenvolvimento, lazer e cultura!
Clima!
Organização e Gestão da prova!
Palmarés dos campeonatos nacionais!
Local da competição!
Calendarização da prova!


História da cidade de Luanda:

Luanda, cidade que organiza os 33ºs Campeonatos Nacionais de seniores masculinos e femininos, foi fundada em 1575 por Paulo Dias de Novais, capitão-mor das conquistas do Reino de Portugal, que desembarcou na ilha do Cabo onde, para além de alguns compatriotas seus, encontrou uma população nativa bastante numerosa, tendo aí consigo cerca de 700 pessoas, 350 dos quais homens de armas, padres, mercadores e servidores.

Um ano depois, reconhecendo não ser “o lugar acomodado ideal para a capital da conquista”, avança para terra firme e funda a vila de São Paulo de Luanda, tendo logo de seguida lançado a pedra para a edificação da igreja dedicada a São Sebastião, a 25 de Janeiro de 1576, no lugar onde hoje é o Museu Central das Forças Armadas (morro de São Miguel).

A origem do nome Luanda provem de Axiluandas singular Muxiluandas que significa “homem da ilha/mar” nativos da ilha do Cabo.

Só cerca de 30 anos mais tarde com o aumento da população europeia que se juntou à população nativa e o consequente aumento de edificações, para fins diversos, a vila toma foros de cidade, estendendo-se a urbe do morro de S. Miguel ao largo defronte do hospital Maria Pia, hoje Josina Machel.

A 24 de Agosto de 1641, o povo e o governo, alarmados com o aparecimento na baia da Grande Armada, sob o comando do almirante holandês Pedro Houtbeen, abandonam precipitadamente a cidade, sendo este acto uma sequência das perturbações causadas pelos holandeses, que têm inicio cerca de 1624.

No dia 15 de Agosto de 1648, dia da Nossa Senhora de Assunção, Portugal restaura a conquista da colónia, por intermédio de uma investida conduzida por Salvador Correia de Sá e Benevides, passando a cidade a chamar-se São Paulo da Assunção.

Correia de Sá modificou o primitivo nome, São Paulo de Loanda, pela semelhança inoportuna com o nome Holanda; a 6 de Agosto de 1650, o senado da câmara conferiu uma importante área territorial a Salvador Correia de Sá, como prémio pela façanha militar, começando então a delinear-se a parte baixa da cidade. A actual Sé Catedral que se localiza na baixa entre a marginal e os coqueiros, começou a ser construída em 1651.

Paralelamente, desenvolvia-se a zona baixa com ponto de partida no actual bairro dos Coqueiros, onde vivia uma população de degredados e comerciantes virados essencialmente para o tráfico de escravos.

A disparidade de sexos era gritante, provocando o início da sociedade mais miscigenada de toda a África, cruzamento de raças, usos e costumes que conferiam à população da cidade um grande carisma, mantido e acrescido através dos tempos.

O século XVII é chamado por alguns historiadores “ O Ciclo do Brasil” dada a relação directa e prioritária
Luanda-Baía. O abastecimento de escravos aos fazendeiros brasileiros era causa principal dessa relação.

Inicia-se um novo período onde são notáveis os esforços para a restauração do que havia sido destruído pela invasão holandesa, tendo sido recuperadas algumas das edificações da época como as fortalezas de S. Miguel, do penedo de Santa Cruz, várias igrejas (algumas já desaparecidas), conventos dos Jesuítas dos Terceiros Franciscanos, Hospital da Misericórdia e casario diverso, principalmente na baixa de Luanda.

Entre as construções mais notáveis da época estão ainda conservadas a ermida da Nazaré, a igreja do Carmo e a cerca, restos do convento das Carmelitas, todas do séc. XV. São do séc. XVIII o acabamento da
Fortaleza de S. Pedro da Barra, do forte do Penedo, o Palácio do Governo, a Alfândega, entre outras.

O problema provocado pela falta de água comprometia, em muito, o futuro da cidade e em Fevereiro de 1886, Pinheiro Chagas, ministro da Coroa, afirmaria. "... Luanda continua hoje a morrer à sede entre os dois rios, cujas águas podiam há muito correr a jorros nas ruas da capital da províncias..." Finalmente, a 2 de Março de 1889, 313 anos após a Fundação da cidade, o Governo-Geral Brito Capelo abriria as comportas libertando as águas do Bengo dirigidas à conduta para Luanda.

As características extraordinárias que Luanda reunia face a outras cidades africanas justificavam as designações de " Paris de África" com que o Relatório do Banco Nacional Ultramarino de 1872 a mimoseou e " Capital da Princesa Ultramarina," aplicada localmente no século XVIII.

A localização da cidade junto ao oceano, a sua baía e a espectacularidade panorâmica despertavam grandes vontades e projectos para o desenvolvimento harmonioso da capital.

Pouco era o casario da cidade ainda nos meados do séc. XIX; das construções mais importantes desse período destacam-se o mercado da Quitanga (1818), o primeiro cemitério (1806) e já no fim do séc. o hospital de D. Maria Pia, (também conhecido por Josina Machel), notável ainda hoje pelo seu plano e grandeza e que as obras de vulto de anos recentes lhe dão tão grande importância.
Desde então Luanda tem conhecido um crescimento significativo, sendo de notar uma grande explosão demográfica a partir da década de 60 do séc. XX. Em pouco mais de 10 anos Luanda expandiu-se tendo atingido cerca de 880 mil habitantes na altura da Independência Nacional.

A esse grande crescimento da área urbanizada seguiu-se um período sem investimentos ao contrário da área suburbana da capital que cresceu para mais do triplo da dimensão de 1974 (último ano da permanência das autoridades colonial portuguesa no território).

Actualmente (2011), é uma cidade cosmopolita, cujos limites e geográficos fixão-se a oeste no oceano Atlântico, e a norte e sudoeste a província do Bengo.
Fruto de varias contingências, sendo uma das mais marcantes as guerras pôs independência e pôs eleições (1992), que forçaram a migração das populações do interior para os principais centros urbanos, assim como o elevado índice de natalidade, estima-se que tenha já cerca de 8 milhões de habitantes.

Para além de tudo, é uma bela cidade em crescimento, porém com graves distorções na zona suburbana, onde é visível o acentuado grau de degradação de infra-estruturas básicas e deficiente saneamento básico.
Actualmente sua gestão administrativa comporta Novembro municípios designadamente; Maianga, Samba, Ingombota, Rangel, Sambizanga, Cazenga, Kilamba Kiaxi, Cacuaco e Viana.

Tendo em conta o seu crescimento, e a necessidade de dar solução aos problemas dos seus cidadãos, as nossas autoridades promovem um estudo que visa responder a dinâmica de gestão de uma cidade metropolitana como já é Luanda.

Tem sido equacionada a redefinição da actual divisão administrativa, prevendo-se por exemplo por o surgimento de um novo centro urbano, o município de Belas.

Desenvolvimento, cultura e lazer:

Luanda é uma cidade que regista neste momento importantes investimentos no âmbito da requalificação e beneficiamento das suas infra-estruturas, havendo já intervenções assinaláveis na concepção do urbanismo, trabalhos de arborização e jardinagem, sendo notável o surgimento ainda que de forma moderada o conceito de áreas especificas, designadamente:
O novo centro politico e administrativo na área da Praia do Bispo onde se destacam a futura Assembleia Nacional, o centro cultural Agostinho Neto e edifícios governamentais.

O centro financeiro na parte baixa próximo a marginal, em que é notável o surgimento de modernos e imponentes arranha-céus, que albergam e albergarão escritórios de companhias, Bancos, instituições financeiras como a futura bolsa de valores, seguradoras etc, etc.

As áreas residenciais direccionadas preferencialmente para o Benfica, Kilamba Kiaxi e Belas, onde bairros como o Talatona, o novo Camama e as novas centralidades do Zango e do próprio Kilamba Kiaxi indiciam a modernidade que se pretende para a cidade.
No que respeita ao lazer registamos a requalificação da antiga e nova Marginal cuja magnitude das obras conferirá a ilha e a baía um novo visual e qualidade em termos ambientais e paisagístico, recuperando o estatuto de “ex-libris” da cidade; ainda no âmbito do lazer é perceptível a definição de novas áreas como as Palmeirinhas, Barra do Kuanza e Kikuxi;

A zona industrial cresce de forma pujante, principalmente em Viana e Cacuaco, com destaque para a zona económica especial na parte sudeste.

Luanda oferece aos seus visitantes locais históricos e de cultura que retratam a génese dos seus povos e habitantes, o passado da colonização bem presente na arquitectura dos edifícios da baixa e bairros tradicionais como a Ingombota, Maianga, Maculusso, museus como o das Forças Armadas (ex fortaleza de Miguel), de Antropologia, São Pedro da Barra, de História Natural e o da Escravatura localizado a cerca de 30 kms a sul cidade, e ainda a praça do artesanato no bairro Benfica onde se pode observar e adquirir peças tradicionais que retratam momentos, hábitos e costumes do nosso povo.

Para a história contemporânea é curial uma deslocação ao emblemático bairro operário na parte alta da cidade, aonde se encontra o centro cultural (antigo consultório médico) Dr. Agostinho Neto, fundador e 1º Presidente do nosso País, ou ainda o Largo da Independência localizado na proximidade do largo das escolas, local onde foi proclamada o acto solene da Independência Nacional.

Para um passeio turístico de lazer é incontornável visitas a Ilhas do Cabo e do Mussulo, locais exuberantes pela beleza das suas águas e praias, a marginal de Luanda em reabilitação, aos musseques tradicionais como o Sambizanga, Cazenga, Marçal e Rangel, locais onde se forjaram as células clandestinas que organizaram a luta de resistência a ocupação colonial.

Recomenda-se ainda um passeio as novas urbanidades como as do Kilamba Kiaxi, Zango, Talatona, Camama onde a modernidade surge como um desafio as autoridades e aos cidadãos para harmonizar a cidade, ante o caos urbano dos antigos musseques.

Um pouco mais afastado do centro da cidade o visitante pode deliciar-se com os encantos da Barra do Kuanza a cerca de 70 kms a sul da cidade, onde encontra um local paradisíaco na confluência do rio Kuanza com o oceano Atlântico.


Clima:

O clima da província de Luanda é habitualmente tropical seco, com temperaturas que rondam de 29º célsius a noite a 32º célsius de dia, com variação para o tropical frio com humidade no “cacimbo”.
Durante o período da prova, que coincide com a época fria no País (cacimbo), as temperaturas variam de 20º a noite, 24º de manhã e 28º a tarde. Ao contrário do tempo seco (verão tropical) nesta altura as noites são mais longas que os dias, sendo que o sol aparece a nascente cerca das 7 horas e desaparece a poente por volta das 17 horas, pelo que as noites duram mais ou menos 14 horas, mais 04 horas do que no tempo seco e chuvoso.

Sobre os campeonatos nacionais.

Palmarés:

A primeira prova foi realizada em 1979 e desde então as várias Direcções que têm dirigido a Federação organizaram de forma contínua todas as provas.

Entretanto é importante registar que no período de 1985 a 1990 as provas na classe masculina tiveram um figurino diferente do actual (regime concentrado), sendo disputada de forma idêntica a do futebol, ou seja de forma contínua com deslocações interprovincias, havendo mesmo nesta época a primeira e segunda divisão nacional de andebol.

Em femininos, o campeonato foi sempre disputado em sistema concentrado.

Ranking dos títulos em masculinos:

1979 – Belenenses
1980 – 1º de Agosto
1981 – 1º de Agosto
1982 – 1º de Agosto
1983 – 1º de Agosto
1984 – 1º de Agosto
1985 – Petro de Luanda
1986 – Interclube
1987 – 1º de Agosto
1988 – Prova não homologada
1989 – Interclube
1990 – Dínamo de Luanda
1991 – 1º de Agosto
1992 – 1º de Agosto
1993 – 1º de Agosto
1994 – G.D. Banca
1995 – 1º de Agosto
1996 – 1º de Agosto
1997 – G:D. Banca
1998 – 1º de Agosto
1999 – Sporting de Luanda
2000 – 1º de Agosto
2001 – Sporting de Luanda
2002 – G.D. Banca
2003 - 1º de Agosto
2004 - 1º de Agosto
2005 - 1º de Agosto
2006 - G.D. Banca
2007 - 1º de Agosto
2008 - 1º de Agosto
2009 - Kabuscorp
2010 - Kabuscorp

Síntese por equipas:

1º de Agosto: 18 título de campeão nacional.
G.D. da Banca: 04 títulos.
Sporting de Luanda: 02 títulos.
Kabuscorp: 02 títulos.
Belenenses: 01 titulo.
Dínamo de Luanda: 01 título.

Total: 32 campeonatos disputados; 31 títulos atribuídos, 01 não homologado.



Ranking dos títulos em seniores femininos:

1979- Ferroviário de Luanda
1980- Educação de Benguela
1981- Ferroviário de Luanda
1982- Ferroviário de Luanda
1983- Ferroviário de Luanda
1984- Ferroviário de Luanda
1985- Ferroviário de Luanda
1986- Ferroviário de Luanda
1987- Ferroviário de Luanda
1988- Ferroviário de Luanda
1989- Petro de Luanda
1990- Petro de Luanda
1991- Petro de Luanda
1992- Petro de Luanda
1993- Petro de Luanda
1994- Petro de Luanda
1995- Petro de Luanda
1996- Petro de Luanda
1997- Petro de Luanda
1998- Petro de Luanda
1999- ASA
2000- Petro de Luanda
2001- Petro de Luanda
2002- Petro de Luanda
2003- Petro de Luanda
2004- Petro de Luanda
2005- Petro de Luanda

2006- Petro de Luanda
2007- Petro de Luanda
2008- Petro de Luanda
2009- Petro de Luanda
2010- Petro de Luanda

Síntese por equipas:
Petro de Luanda: 21 títulos de campeã nacional.
Ferroviário de Luanda: 09 títulos
Educação de Benguela: 02 títulos
ASA: 01 título.

Total: 32 títulos nacionais.


Organização da prova:

Em conformidade com o regulamento de provas nacionais, a organização é da responsabilidade da Associação Provincial de Andebol de Luanda (A.P.A.L) e a direcção da Federação Angolana de Andebol, (F.A.A).

Composição:

Director de prova – Ilídio Cândido - Vice-Presidente da F.A.A.
Coordenador da prova – Francisco Lourenço – Presidente da A.P.A.L.
Coordenador técnico – Eleuterio de Almeida – Director Técnico Nacional
Coordenador técnico - adjunto – Albertino de Oliveira
Coordenadores de arbitragem – Fernando Amado e Francisco Noticia.


Participação, sistema de competição e calendarização.

Para a prova estão inscritas 07 equipas na classe masculina e 06 na classe feminina em representação de apenas duas províncias do País, designadamente:


Masculinos:
1º De Agosto, Kabuscorp, Inter-clube, Ferroviário de Luanda, Sporting de Luanda, Marinha de Angola e Misto de Benguela.

Femininos:
1º De Agosto, Petro de Luanda, ASA, Ferroviário de Luanda, Electro do Lobito e Marítimo de Benguela.

Sistema de competição:

O sistema de competição adoptado para as duas classes é o seguinte:

lº Fase (qualificação):
Todos x todos a uma volta, qualificando-se os quatro primeiros.

ll ª Fase (meias finais e consolação):
1. Meias-finais: 1º com o 4º e 2º com o 3º classificado da 1ª fase.
2. Consolação:
Femininos: 5º contra o 6º classificado em Play off, a melhor de 03 jogos
3. Masculinos: classificativa a uma volta entre o 5º, 6º e 7º classificado

lll º Fase Final.

Comentário:
Sendo um facto a carência de jogos devido ao reduzido numero de equipas a nível nacional somos de opinião que seria melhor e desejável a adopção de um sistema de competição, qualquer que fosse o modelo, para permitir a cada equipa participante pelo menos entre 12 a 15 jogos.


Vantagens:
Estaríamos a potenciar as candidatas ao titulo a um maior volume de jogos, com ganhos para o(a)s atletas das selecções em termos competitivos e também proporcionar mais rodagem as equipas e atletas de Benguela.


Recinto de jogos:

A prova será disputada no pavilhão de jogos da Cidadela Desportiva, localizada na área urbana, na convergência do bairro da Vila Alice, loteamento das B´S e o histórico bairro do Marçal.
Possui um simbolismo histórico marcante para a cidade e população de Luanda, principalmente no período pós independência, pois tem no seu registo o facto de ter albergado importantes competições como o campeonato Africano de juniores em 1979, que foi o 1º título ganho pelo País, os jogos da África Central, 03 campeonatos africanos em séniores de basquetebol, mundialito de hóquei em patins, 02 galas mundiais de boxe e na nossa modalidade os africanos de seniores de 1985 e 2008, e o torneio qualificativo aos jogos olímpicos de Atenas 2004 entre outras realizações.


Trata-se de um pavilhão relativamente antigo, construído em 1974, tem capacidade aproximadamente para cerca de 8.000 espectadores sentados, e merecem ambas de reabilitação para o Campeonato Africano de Andebol realizado em Fevereiro de 2008, dotando-a nessa altura de medidas internacionais, certificadas pela Federação Internacional de Andebol (IHF) através da Confederação Africana de Andebol (CAHB) que fiscalizou a obra.
Possui um piso de tacos de madeira, com caixa de ar, material muito importante para a prevenção de lesões, adequado para a mobilidade dos atletas, da bola e eficaz para a fluidez e beleza do jogo.
Está dotado de 02 cronómetros equipados para fornecer as informações mais importantes do jogo (actualmente com graves deficiências de funcionamentos) e de um sistema de sonorização moderno.

Entretanto é praticamente consensual a necessidade de se construir um novo pavilhão, que se adeqúe aos novos conceitos da arquitectura contemporânea, no que respeita ao espaço de implantação, bancadas. Balneários, cabines de imprensa, climatização etc, etc.




Outras Informações

Área: 2257km2;.

Produtos principais: agrícolas – mandioca, hortícolas, banana,
minerais - petróleo. fosfatos, calcário, asfalto;
outros - pesca;

Distâncias em km a partir de Luanda: Cabinda 480 - Benguela 692 - Ondjiva 1.424;

Indicativo telefónico: 02 - telemóvel 09.


A todas as equipas participantes, desejamos boas performances individuais e colectivas!
As equipas de Benguela uma excelente estadia em Luanda!
As nossas equipas muitos êxitos e sucesso!


D'AGOSTO FORÇA!!!

D'AGOSTO SEMPRE!!!

Fonte:
Gabinete de Gestão da Pagina Web do Andebol.


Por:
Elísio Campos

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